Adolescente que matou criança de 7 anos na Inglaterra é condenada à prisão perpétua

Uma adolescente de 16 anos, acusada de matar a menina Katie Rough, de 7, na Inglaterra, foi condenada à prisão perpétua e deverá cumprir um mínimo de cinco anos. A notícia foi divulgada nesta sexta-feira em veículos como o “The Guardian”, o “Telegraph” e a “BBC”.

Segundo as informações divulgadas, a garota – que não pode ter o nome divulgado por ser menor de idade – respondeu por homicídio culposo com diminuição de responsabilidade, em julho passado. Quando o tribunal de Leeds começou a analisar o caso, a adolescente permanecia em silêncio durante todo o tempo.

Katie Rough, de 7 anos, foi morta por uma menina de 15 anos Foto: Divulgação/ Polícia de North Yorkshire.

Quando o crime ocorreu, em janeiro deste ano, Katie foi sufocada e atacada com golpes de faca em um campo. O corpo foi encontrado quando um vizinho viu a menina deitada no campo e chamou uma ambulância, segundo a “BBC”. Katie foi levada para o hospital depois que os policiais chegaram ao local, mas morreu pouco tempo depois. Exames mostraram que a causa foi o sufocamento, apesar de ter sido constatado que a vítima apresentava dois cortes severos no corpo, sendo um pescoço e outro no tronco.

A adolescente tinha 15 anos quando praticou o crime contra Katie. Em uma das audiências no tribunal, a defesa da garota alegou que ela passava por problemas de saúde mental e acreditava que as pessoas fossem robôs.

“A gravidade da ofensa de matar uma criança pequena fala por si mesma. O nível de perigo para o público é elevado. Nas circunstâncias do seu silêncio contínuo, a questão crucial é se existe uma estimativa confiável sobre o tempo que esse perigo continuará”, declarou o juíz.

A pequena Katie foi descrita como uma criança amável e pensativa por seus professores, enquanto os vizinhos disseram que ela era uma garota “muito doce” que muitas vezes podia ser vista brincando com os amigos.

O jornal “Daily Mail” disse que a mãe da menina, Alison Rough, de 38 anos, desmoronou e gritou quando encontraram a criança, sem acreditar no que tinha acontecido. “Não, não, é a minha menina”, disse a mãe. Kate tinha sido dama de honra do casamento da mãe quinze dias antes de morrer.

 

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